O engenheiro patológico Máximo José Corominas Quezada afirmou que as amostras tomadas para o peritagem do caso Jet Set deveriam permanecer em um lugar seco e fechado, sem exposição a mudanças bruscas de umidade. As declarações de Corominas Quezada se produziram durante a audiência do julgamento de fundo contra os irmãos Antonio e Maribel Espaillat, após ser interrogado pelo advogado querelante Yan Carlos Martínez.
Corominas Quezada explicou que as condições para preservar adequadamente as amostras incluem um local seco e fechado, sem influência de mudanças bruscas por causa da umidade. Algumas das amostras se encontravam “ao ar livre”, o que poderia ser levado em conta ao avaliar sua conservação.
O perito também apontou que as amostras tomadas pela Oficina Nacional de Avaliação Sísmica e Vulnerabilidade de Infraestrutura e Edificações (ONESVIE) se encontravam distribuídas em diferentes lugares, incluindo um depósito e Santiago.
O testemunho faz parte das ocorrências do julgamento de fundo que se segue contra Antonio e Maribel Espaillat pelos fatos relacionados com o colapso do teto da discoteca Jet Set, ocorrido no passado 8 de abril de 2025.
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