Gregorio Martínez avisa que certas práticas não ajudam em absoluto a obter a visa americana. Muitos dominicanos cometem erros que geram falsas expectativas no processo consular dos Estados Unidos.
O especialista em migração de Toca Viajar, Gregorio Martínez, desmonta mitos persistentes sobre a visa americana. Diferente de processos na Europa ou Canadá, que revisam expedientes detalhados, o sistema estadunidense se baseia em entrevistas diretas. “Não avaliam cartas bancárias nem documentos notariais”, enfatiza.
Erros comuns que não influem na visa americana
Mover dinheiro ou registrar propriedades a nome próprio
Entre as práticas inúteis, Gregorio Martínez destaca transferências bancárias repentinas ou colocar veículos e casas a nome do solicitante. Os cónsules ignoram esses papéis, focados apenas na conversação pessoal durante a visa americana.
Cartas de convite e excesso de documentos
Levar cartas pessoais de convite ou pilhas de papéis sobra. Martínez esclarece que apenas se pedem os documentos específicos por tipo de visa americana, como B1/B2 para turismo. Vestir-se de terno tampouco impressiona; o ideal é ir natural e autêntico.
Chaves reais para aprovar a visa americana
Para aumentar as chances, Gregorio Martínez recomenda demonstrar arraigo: emprego formal, laços familiares na República Dominicana e motivo de viagem claro. Menciona se parentes têm visa americana aprovada, pois fortalece o caso.
- Atividade econômica estável e verificável.
- Motivo de viagem preciso, como férias ou negócios.
- Honestidade na entrevista consular.
- Somente documentos requeridos, nada extra.
Estatísticas do Departamento de Estado mostram que em 2024, a República Dominicana teve uma taxa de aprovação de 45% para visas não imigrantes, com mais de 250.000 entrevistas. Especialistas como Martínez coincidem: a visa americana avalia intenção de retorno, não riqueza simulada. Historicamente, desde 2010, as negativas diminuem quando os solicitantes evitam truques e mostram estabilidade real.
Em contexto, a Embaixada em Santo Domingo processa milhares de casos mensais. Martínez, com anos aconselhando dominicanos, insiste na transparência. Outros especialistas, como advogados de migração nos EUA, respaldam que o 70% de rejeições se deve a dúvidas sobre não retornar.
É fundamental provar arraigo e estabilidade no país, diz Gregorio Martínez.
Assim, para a próxima cita de visa americana, foque no essencial e evite confusões. Gregorio Martínez e seu time em Toca Viajar continuam guiando a diáspora com dados precisos.
