O diretor executivo do Serviço Nacional de Saúde (SNS), Dr. Julio César Landrón, assegurou que os serviços da Rede Pública se manterão operativos apesar do chamado a paro emitido pelo Colégio Médico Dominicano (CMD). Em sua declaração, pediu ao CMD que conceda um prazo de espera para a convocação prevista para a terça-feira, com o objetivo de reatar o diálogo com o Governo, liderado pelo presidente Luis Abinader e pela vice-presidente Raquel Peña.
Landrón explicou que a solicitação busca oferecer uma oportunidade para que o mandatário, que se encontra fora do país, possa retornar e contribuir para a busca de soluções ante as demandas do gremio médico. Segundo o diretor, a prioridade é evitar que a paralização dos serviços afete os pacientes, em especial aqueles que necessitam de consultas, procedimentos e outras atenções médicas.
A petição do SNS e as tensões com o CMD
A solicitação se produz após a convocação de paralização dos serviços de saúde anunciada pelo CMD. O diretor do SNS chamou a prioridade do diálogo como meio para abordar as diferenças e alcançar acordos. Sublinhou a importância de manter abertos os canais de comunicação entre as autoridades governamentais e o gremio médico, com vistas a garantir a estabilidade dos serviços de saúde e o bem-estar da população.
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