O Ministério Público solicitou ante a Oficina Judicial de Serviços de Atendimento Permanente do Distrito Nacional a imposição de prisão preventiva contra Jhonny González, imputado por tentativa de homicídio e roubo agravado. A solicitação foi apresentada pelo procurador fiscal José Guillermo Soriano, do Departamento Investigativo de Crimes e Delitos contra a Pessoa (Homicídios) do Distrito Nacional.
Segundo a investigação, em 12 de setembro de 2026, às madrugadas, González, ao comando de uma motocicleta X1000 modelo CG‑200 de 2016, de cor preta, interceptou o senhor Gustavo Adolfo III Mejía‑Ricart Risk enquanto se dirigia a sua residência. Ao exigir que entregasse suas pertences, o acusado lhe infligiu várias feridas com um arma branca tipo faca.
Reação dos presentes
Mejía‑Ricart conseguiu entrar no lobby da torre, mas foi perseguido por González, que o alcançou e lhe causou as lesões. O encarregado de segurança da torre, Augusto González Rodríguez, tentou intervir ao ouvir os gritos e também resultou ferido. O agressor fugiu sobre sua motocicleta.
Agravante e captura
A vítima foi transferida para o centro de saúde mais próximo, onde se encontra internada na Unidade de Cuidados Intensivos devido às feridas de arma branca. Através do análise das câmeras de segurança, o Ministério Público traça a rota de escape e localiza a residência do acusado no setor Capotillo, onde se realizou um allanamento em 14 de setembro. Lá se encontraram uma faca, roupas, um capuz e outros objetos que o imputado teria utilizado durante o fato, além da própria motocicleta.
Jhonny González foi preso pelo capitão Edison Vásquez Pérez, de acordo com a ordem de prisão expedida em sua contra.
Classificação legal
O caso leva a classificação jurídica provisória de violação aos artigos 14, 46, 47, 91, 225 números 1, 4 e 6, 226 números 2, 3 e 4, e 228 do Código Penal Dominicano, além dos artigos 83 e 86 da Lei No. 631‑16 sobre Controle e Regulamento de Armas, Munições e Materiais Relacionados.
Créditos da fonte: n.com.do
