O procurador adjunto Wilson Camacho classificou a sentença adotada pelo tribunal no processo SeNaSa 2.0‑A como “razonável” e destacou que a medida confirma a solidez da investigação do Ministério Público. O tribunal condenou os imputados, deixando todos, exceto dois, privados de liberdade após a audiência desta quarta-feira.
Reconhecimento da investigação
Camacho sustentou que a decisão do juiz “é um reconhecimento do juiz da fortaleza da investigação do Ministério Público e a nós essa decisão nos parece uma decisão razonável”. Para ele, a sentença valida o trabalho do fiscal e reforça a confiança no sistema judicial.
Advertência à comunidade médica
O procurador também fez um chamado à comunidade médica, instando a que não prestem seus códigos profissionais. Segundo Camacho, a prática de ceder os códigos pode expor os médicos a um processo penal, como ocorreu com os 22 profissionais processados nesse caso.
“Devemos tomar essa experiência como base para que se realize uma campanha que lhe diga aos médicos que não devem prestar seus códigos”, afirmou Camacho.
Investigações continuas
Finalmente, o funcionário esclareceu que a investigação sobre o que ocorreu em SeNaSa não se encerra com a presente sentença e que se seguirão levando a cabo investigações adicionais. “A investigação sobre o que ocorreu em SeNaSa não se fecha, não se conclui com essa investigação e vamos ir por mais”, concluiu.
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