Poucos conhecem a história de Amado García Guerrero, o militar que acabou com a vida de Rafael Trujillo, o pior ditador que conheceu República Dominicana. Se disse muito e pouco sobre o jovem militar que traiu seu líder.
Hoje em dia, muitos consideram Guerrero um herói nacional, e até mesmo esculpiram esculturas dele em todo o país, mas você quer saber, de verdade, quem foi esse homem?
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Amado García Guerrero: A história de vingança heroica
Amado García Guerrero nasceu em 2 de junho de 1931 em Santo Domingo. Muita informação que se chegou a citar como oficial, é originária do livro de Mario Varas Llosa, “A Festa do Chivo”, ou da película de Luis Eduardo Lora, “O tenente Amado”.
Não sei quando exatamente ele se alistou, mas está confirmado que, inicialmente, ele promulgava as convicções de Rafael Trujillo. Foi por seu bom desempenho que ele conseguiu ascender ao posto de primeiro tenente e obter a medalha ao Mérito de Duarte, Sánchez e Mella.
Ironicamente, foi por testar a lealdade de Guerrero que o presidente Trujillo se ganhou sua deslealdade. Segundo se diz, Guerrero foi forçado a ver a execução de uma vítima torturada das prisões do SIM, o que terminou gerando nele um desejo de vingança contra o presidente.
Algumas versões até mesmo dizem que aquela vítima era o próprio cunhado de Guerrero que ele teve que assassinar com as próprias mãos sem conhecer sua identidade.
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O sacrifício que salvou República Dominicana
Rafael García Guerrero se juntou a outras 11 pessoas a seu complot contra o presidente, sendo o membro mais jovem do grupo. Amado García se encarregou de distribuir a informação que os ajudaria em seu complot, ganhando a confiança dos altos comandos.
Em 30 de maio de 1961, García descobriu que Rafael Trujillo viajava sozinho, sem seus guarda-costas, para a casa de uma de suas amantes. Junto a outros 4 homens, eles se encarregaram de balacear a limusina, acabando com a vida do presidente.
Apenas alguns dias depois, os agentes do SIM conseguiram rastrear a propriedade de Rafael García e o fuzilaram na porta de sua casa, acabando com a vida do jovem que havia completado 30 anos apenas um dia antes.
A história desse jovem teria ficado no anonimato, se não fosse porque foi a própria mãe de Trujillo quem se encarregou de difundir sua vida. Inclusive foi ela quem publicou a única fotografia que existe do tenente.
